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Resumo Desfiles SPFW N46 - Dia 2

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Reinaldo Lourenço

Os anos 60, 70 e 90 se misturam na nova coleção de Reinaldo Lourenço. “Fazendo essa equação [de décadas], dá 2019”, ele diz. O dualismo entre o masculino e o feminino, a alfaiataria bem construída, um fetiche cerebral entre o rock and roll e o geek – uma dose de humor, talvez trazida do filme que usou de referência para suas criações. O resultado é um Reinaldo contemporâneo e clássico mas também leve e colorido.

ALUF – Projeto Estufa

As coleções da Aluf vêm carregadas de sensibilidade e são acompanhadas por um conceito que envolve toda a empresa: o da sustentabilidade como começo, meio e fim. Todos os materiais usados são biodegradáveis, naturais ou reciclados, como algodões reciclados mesclados a pet reciclada, algodão com seda feita manualmente no sul do Brasil e pigmentos naturais para tingimento.

Lucas Leão – Projeto Estufa

A marca se inspirou na Coreia, em 1945, quando o país se partiu em duas ideologias. Ao olhar para a Coreia, Lucas faz um paralelo com o conflito atual que vem dividindo o Brasil sem piedade, sob uma aterradora sombra de cerceamento e repressão. As pregas que saem dos bolsos das jaquetas militares trazem fluidez e um aspecto lúdico à coleção. Os tingimentos, a assimetria, os volumes, a não linearidade

PatBo

Pela primeira vez, Patricia Bonaldi mostrou sua coleção de beachwear no Brasil. Tão chique quanto cool, misturando a rusticidade com a riqueza do bordado; há menos pedrarias e mais técnicas de construção e recortes; suas cores, estampas, proporções, sensualidade, frescor. “A cara da coleção é a de uma mulher latina, você sabe que vem de um lugar específico. É nessa bandeira que eu estou apostando”, diz Pat. Pode apostar alto.

Amir Slama

O idealizador da Rosa Chá levou uma moda praia urbana com ar setentista à passarela da SPFWN46. Partindo das matas do período colonial, o designer transitou entre estampas de flores, folhas, frutas e animais, passou por um contraste de texturas em lilás e finalizou com uma sequência de looks brancos, onde usou a renda, inclusive, nas peças masculinas.

Ronaldo Fraga

O tema do desfile era o conflito secular entre palestinos e israelenses, um drama que já derramou muito sangue – sempre da mesma cor, independentemente do lado. Nas roupas, a ideia era marcar algumas características do vestuário ortodoxo judaico e árabe com acessórios como os chapéus usados pelos judeus, ou o lenço palestino mas, de maneira geral, propor um look que poderia ser comum a ambas as culturas. “Por isso a base da coleção é a camisa: ela veste todos, palestinos e israelenses.” As típicas listras azuis usadas pelos dois povos também aparecem na coleção. O tecido é democrático: mais de 90% da coleção é jeans, com uma ou outra exceção de sarjas e linhos.

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Collab: (CAMILA YAHN) (CAROLINA VASONE)